Migração entre plataformas
De Qlik para Power BI, de Power BI para Qlik. Levamos os seus painéis inteiros para a outra plataforma sem perder histórico e sem parar a operação.
Falar com um especialistaPainel não se copia. Se reconstrói.
Não existe botão de exportar de uma plataforma para outra, e quem promete isso está a vender conversão de ecrã não migração. As duas ferramentas guardam o dado de formas diferentes, calculam de formas diferentes e controlam acesso de formas diferentes. O que se migra é a regra de negócio, não o ficheiro.
Por isso a migração é o projeto inteiro outra vez, com uma vantagem grande: o destino já está definido. Você não precisa descobrir quais indicadores importam nem como a direção quer ver isso o painel atual já responde. O trabalho é reconstruir esse resultado do outro lado, e conferir que o número bate.
Como a migração acontece
Cinco etapas. A última é a que decide se o projeto acabou ou não.
- Inventário do que existe. Quais painéis estão no ar, quais as pessoas realmente abrem e quais viraram peso morto. Migrar painel que ninguém usa é custo puro essa conversa vem antes de qualquer linha de código.
- Remapeamento das fontes. As conexões são refeitas na plataforma de destino: ERP, CRM, banco, API ou ficheiro. Onde a origem estiver em servidor interno, configuramos a ponte necessária.
- Reconstrução do modelo. O modelo de dados é remontado no destino. Qlik e Power BI resolvem relacionamento e agregação de formas distintas, então o que era eficiente de um lado nem sempre é do outro o modelo é redesenhado para a plataforma que vai recebê-lo.
- Tradução das medidas. Cada indicador é reescrito na linguagem do destino: set analysis vira DAX, ou o contrário. É a etapa mais delicada, porque a mesma regra escrita de duas formas pode dar dois números e é aqui que a maior parte das migrações malfeitas quebra.
- Reconstrução dos painéis e publicação. Os visuais são refeitos com o equivalente mais próximo no destino, o controlo de acesso por perfil é reconstituído e a atualização é reagendada.
Só está pronto quando o número bate
O critério de aceite não é o painel parecer igual. É o painel responder igual. Cada indicador migrado é conferido contra o valor que o painel antigo entrega, no mesmo recorte e no mesmo período. Divergência encontrada é divergência investigada e às vezes o erro estava no painel antigo, o que também é resultado.
É por isso que o ambiente de origem só é desligado depois, e não durante. Enquanto a conferência não fecha, a operação mantém-se no que já funciona.
O que fica com você no fim
- Os painéis funcionando no destino. Com o modelo documentado e a origem de cada tabela registada.
- O dicionário de métricas. A regra de cada indicador em português, mais a expressão equivalente nas duas plataformas.
- O comparativo de conferência. Indicador por indicador, o valor antigo e o novo lado a lado.
- Capacitação da equipa. Na plataforma de destino, que costuma ser a que a equipa ainda não domina.
Como conduzimos
Começamos pelo inventário e por um diagnóstico do ambiente de origem é ele que diz se a migração tem um mês ou seis pela frente, e é melhor descobrir antes de assinar. Em seguida apresentamos o escopo com a lista do que migra, do que é aposentado e do que muda de forma. A execução acontece em blocos: um conjunto de painéis por vez, cada um conferido e liberado antes do próximo começar.
Como medimos o resultado
Os indicadores de sucesso são combinados no início. Numa migração os mais frequentes são o percentual de indicadores conferidos e batendo, o tempo de atualização no destino comparado ao da origem e o custo de licenciamento depois da troca que costuma ser um dos motivos da migração.
Sobre este serviço
Vamos perder o histórico dos painéis antigos?
Não. O histórico vive nas fontes de dados, não no painel e as fontes continuam as mesmas. O que muda é a ferramenta que lê esses dados. Quando o histórico só existe dentro do ambiente antigo, isso aparece no inventário e tratamos antes de qualquer corte.
A operação para durante a migração?
Não. O ambiente de origem continua no ar enquanto o novo é construído e conferido. O desligamento só entra em pauta depois que os números batem e essa decisão é sua, não nossa.
Dá para migrar só uma parte?
Dá, e costuma ser o caminho mais sensato. O inventário quase sempre revela painéis que ninguém abre há meses. Migrar o que está morto é custo sem retorno: a lista do que migra, do que é aposentado e do que muda de forma é fechada com você antes de começar.
Quanto tempo leva?
Depende de quantos painéis entram e de quão documentado está o ambiente de origem. Ambiente sem documentação é o fator que mais pesa no prazo, porque a regra de cada indicador precisa ser reconstituída antes de ser traduzida. O diagnóstico inicial existe justamente para responder isso com número, e não com estimativa.
Por que migrar, afinal?
Os motivos que mais vemos são custo de licenciamento, ambiente antigo que ninguém consegue mais manter e padronização com o resto da empresa. Se o seu caso não for nenhum desses, vale a conversa antes: às vezes o problema é modelo mal montado, e trocar de plataforma leva o problema junto.
Vamos olhar os seus números juntos
Uma conversa de 30 minutos costuma ser suficiente para identificar onde está o dinheiro parado na sua operação.
Entendemos processos antes de indicar tecnologia. Automação, dados, inteligência artificial e sistemas sob medida para empresas que buscam mais eficiência, controlo e escala.